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Mostrando postagens de Junho, 2014

Começou o Arraiá da C.A.P.I de Peruíbe

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O Jornal BEM-TE-VI foi prestigiar o evento beneficente da CAPI  (Casa de Amparo e Proteção a Infância) de Peruíbe. Um evento feito para ajudar as crianças de 0 a 10 anos em situação de abandono, risco ou carência, com fundamento na reeducação.     O primeiro arraiá deste ano foi um sucesso. Muitas pessoas compareceram ao local para prestigiar, se divertir, e desfrutar de uma deliciosa comida típica de festa junina. Com venda de pernil, doces, quentão, vinho quente, pastel, pizzas, pipoca e outras delícias.   Além disso, a criançada podia se divertir com as brincadeiras, pula pula, escorrega e também com  a animação do grupo de dança  do  Espaço Cultural Atitude Ton Ton Gaspar.     Ainda teve o show da cantora Jhana Rosa .  Depois foi a vez da banda  Os Trelentes  agitar o público que lotou o salão da CAPI. Vale lembrar que a festa continuará neste fim de semana: sábado (28/06) com shows de Mauriccio Mattos e Tribo Xote. No domingo (29/06) vai ter o Bingã

Verba para construção do hospital municipal volta para o Estado

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Os R$ 7,5 milhões liberados pelo Governo Estadual para a construção do novo hospital com capacidade para 100 leitos foram devolvidos ao Estado. A confirmação da devolução do recurso, fazendo com que o projeto não saísse do papel, é do Dr. Marco Botteon, ex-Diretor da Regional de Saúde da Baixada Santista (DRS IV), órgão responsável por repassar a verba ao município. “ Com a liberação da verba a prefeitura, ao longo dos últimos três anos, não conseguiu executar o projeto para a realização da obra. Acredito que tenha faltado planejamento e vontade política ”. Segundo Dr. Botteon, este fato não manchará a imagem da Prefeitura junto ao Estado. "A verba ainda poderá ser recuperada. Para tanto, será necessário justificar os motivos que levaram a Prefeitura a não construção do hospital, pleiteado pela população há vários anos". A ideia inicial sugerida pelo Dr. Botteon, era a construção de um hospital com 100 (cem) leitos. Deste total, 50 leitos ficariam a cargo da Prefei

A dama da praia central

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(CRÔNICAS DE PERUÍBE) Eu tinha uns 12 anos naquela época e a “dama da praia central” aparentava ter uns 17 anos. Linda! Ela saía da escola e caminhava sozinha em direção à praia. Passava pela pracinha do coreto, descia a feirinha e ficava sentada nos banquinhos que havia onde hoje é a ciclovia. A menina era danada, ficava mexendo com os homens que passavam em frente ao prédio redondo dirigindo aqueles carrões. De vez em quando entrava em um deles. E eu de longe, com a minha bicicleta que insistia em cair a corrente, só observava. Ela era índia e tinha a pele “negra-mulata”. Os cabelos pretos eram bem lisos, escorriam pelo seu corpo e serviam de cortina para tampar os fartos “seios de bico-de-agulha”. As coxas dela eram bem grossas e desprovidas de estrias ou celulites. As suas nádegas avantajadas sustentavam confortavelmente todo o seu corpo quando ela sentava. Ah...e como era sexy esta menina. Sim, caro leitor, confesso que observei bem os detalhes, apesar disso, eu a

Jovem Angolano viaja pelo mundo e fica no Brasil para estudar em Peruíbe

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Tive a oportunidade de conhecer João Doutor Marcos neste ano e seu jeito irreverente, simples e alegre me causou interesse de sentar e conversar sobre a vida deste rapaz divertido no Brasil e a vida em Angola. O encontrei na Faculdade de Peruíbe e sentamos para bater um papo e gravar o programa A Voz do Povo da Rádio BEM TE VI . Foi uma oportunidade de intercâmbio cultural muito interessante.  Confira os principais  trechos da entrevista:  GS : Você está em Peruíbe a quanto tempo? JD: Estou em Peruíbe a dois anos e garanto que esses dois anos foram os melhores momentos que eu vivi no brasil. GS: Como você veio parar em Peruíbe? JD: Graças a uma amiga que eu conheci na internet e quando eu conheci a cidade e a hospitalidade do povo dessa cidade foi amor à primeira vista.   GS: Quais os aspectos no Brasil que você vê semelhança  com a vida em angola?  JD: Os pontos culturais tem a mesma identidade de angola principalmente a alimentação e a dança.  GS: Qual o a

Obra na Orla da praia de Peruíbe continua no papel

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   Já faz um ano que a prefeitura anunciou o projeto que visa mudar calçada e avenida da orla da praia e até agora nada aconteceu. Mas será que a obra é prioritária para o momento em que vive Peruíbe e a população quer esse projeto?     Fomos conferir a opinião das pessoas que trabalham e moram perto da praia. Maioria além de desconhecer o projeto, não gostou da ideia de tirar um sentido da avenida de ambos os lados.     “Na há necessidade de mexer aqui. A avenida da praia é ótima assim. Só precisa mesmo é de iluminação de qualidade”, explica Geraldo que mora há 35 anos em Peruíbe.     Marcelo trabalha em quiosque e acredita que “a obra vai só atrapalhar e no final nem vai ficar concluída 100%. Vai ser mais uma obra incompleta na cidade, pode apostar” .     A ideia do projeto também é construir um calçadão com passarela até o mar, ampliação da calçada de pedestres com espaço exclusivo para deficientes.  O projeto foi anunciado com o custo total de R$ 20 milhões e que ser

Parque da cidade está abandonado desde quando foi inaugurado

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  Um local que poderia estar sendo usado para a prática de vários esportes, realizando torneios e eventos  que poderiam também gerar renda para a cidade. Mas não, o chamado Parque da Cidade, que fica no bairro Josedy, está totalmente abandonado.     Sem segurança ou qualquer tipo de fiscalização, o local está sem portão, aberto para moradores de rua e outros invasores. A piscina está cheia de lixo, todos os vestiários estão quebrados e com os chuveiros roubados. A quadra está sem as redes, mas ainda em ótimo estado.    Mesmo em abandono, pela estrutura ser nova, da para sentir o que seria se estivesse sendo usado corretamente. A prefeitura explicou que até o mês de outubro de 2012, quando foi entregue à população pela administração anterior, o Parque da Cidade tinha 90% das obras concluídas, ou seja, foi entregue inacabado.     Quando a nova gestão assumiu a prefeitura, foi realizado um relatório fotográfico no local, registrando o vandalismo e o saqueamento do equipa

Moradores de Peruíbe enfeitam avenida para a copa

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Moradores enfeitando voluntariamente a avenida   A ausência do verde, amarelo, azul e branco, em grande parte de Peruíbe, às vésperas da copa do mundo, não será problema para os moradores do Recreio Santista e adjacências. É que por lá alguns moradores se uniram para pintar as guias e sarjetas de parte da Avenida 17 e manter assim a tradição de enfeitar as ruas para torcer para o Brasil na copa. A iniciativa partiu de um grupo de amigos que se uniu voluntariamente para executar os serviços. Todo o material foi comprado pelo pedreiro Cícero da Silva, que teve ainda que cortar os matos que atingiam a avenida. “ Eu fiz mais pela molecada, pois ajuda a mexer com a mente deles e mostrar o que é o Brasil. Estou vendo que a copa do mundo está morta. Não tem reação nenhuma. Não tem alegria. O brasileiro precisa se animar” , falou. A dona-de-casa Mirna dos Anjos aprovou a iniciativa e acredita que esta tradição esta se acabando. “Agora que as pessoas deveriam enfeitar as ruas mes

Aconteceu o primeiro Encontro de Mulheres de Peruíbe

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                  Aconteceu no dia 17 de maio o 1º Encontro de Mulheres de Peruíbe, organizado pela ONG Alefé Odará - Valorização da Cultura Negra. Foram homenageadas mulheres destaque de diversos segmentos profissionais pelas relevantes realizações em Prol da Sociedade.  Mulheres que buscam fazer a diferença em uma sociedade,que ainda existe o preconceito. Ocorreram diversas palestras com mulheres de destaque de Peruíbe e região. Boas conversas, muitas risadas, almoço, cabeleireiras em um verdadeiro dia de rainha.  O Jornal Bem-Te-Vi apoia essa realização e parabeniza os organizadores Iya Brigida D'Osum e Rui Diniz. Texto e foto:   Divulgação  ONG Alefé Odará - Valorização da Cultura Negra