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Peruíbe guarda mistérios extraterrestres no fundo do mar

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Peruíbe pode sim guardar algo de especial no fundo do oceano ou em algum lugar dos Itatins.  Para chegar a esta conclusão, é necessário deixar os preconceitos de lado e prestar atenção na história, nos relatos caiçaras, nas lendas e também nos diversos casos ufológicos que aconteceram na cidade. Muitos fenômenos ufológicos poderiam ser classificados como lendas, assim como algumas lendas poderiam ser classificadas como um acontecimento ufológico.  Preste atenção nos depoimentos a seguir, catalogados ao longo dos anos, e faça o exercício de conectá-los:  “Eu sempre vejo diversas luzes entrando no mar com tudo, bem perto da Ilha de Peruíbe. Não sei o que é, mas acho que ali deve ter algum portal para outra dimensão”. (Pescadores, surfistas e moradores) . “Antigamente, quando as pessoas andavam a pé para o Guaraú, muitos moradores contavam que viam um homem alto, loiro, de olhos azuis, olhando o mar bem em frente a porta de pedra, que estava aberta. Após observar a cidade po

Vírus da Juréia pode dizimar Peruíbe - Parte III

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A ARTE RUPESTRE Em uma certa expedição, realizada no ano de 1947, um grupo de cinco integrantes resolveu andar na crista da Serra dos Itatins. O local era ainda mais preservado do que é hoje. Lá em cima, a visão geral era indescritível, pois a imensidão verde fazia com que os olhos sorrissem, com os diversos tons de cores variadas. O azul do céu era tão límpido quanto uma gota de orvalho secando ao sol nascente em uma mata distante. O ar puro enchia os pulmões e revigorava a alma daqueles que estivessem ali, naquela data, pois aquele dia era especial. E muito! A riqueza mineral e a farta biodiversidade criaram o ambiente propício para que diversos microrganismos se desenvolvessem somente naquele lugar. Alguns deles tiveram êxito e são associados à pequenos vegetais endêmicos ou encrustados em rochas, embebidos por pequenos filetes de água e luz. Foi então que um dos integrantes resolveu procurar água para beber. Ao entrar em uma gruta, escondido em um dos flancos das serra

O Saci da ponte do Rio Preto

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 O Parque D'Avillle era só areião, em meados dos anos 90. E a molecada brincava de esconde-esconde até a noitão e depois ficava reunida na esquina para contar histórias de terror. Entre várias histórias de assombração, foi o tio do Kiko que contou a mais legal da noite. Ele disse que vinha do Caraguava e, ao passar pela ponte do Rio Preto, sentiu que a bicicleta ficou tão pesada que mal conseguia pedalar. Ao olhar para trás, viu três sacis sentados na garupa e mais cinco sacizinhos correndo felizes atrás dele. O seu corpo ficou todo arrepiado e o seu cabelo comprido cheio de trança. Contou que os sacis costumavam aparecer por ali a tardinha, sempre ao pôr-do-sol. Pronto! A molecada ouviu atenta e estas ideias na cabeça de criança é igual bexiga apertada em viagem longa. Ninguém segura! E ficou decidido que todos iriam procurar o Saci no dia seguinte. E lá se foi a expedição, composta pelos seguintes membros: Kiko, Perna, Willian, Marcelo, Márcio e o Fabiano. O destin