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Jornal BEM-TE-VI completa dois anos

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Passou rápido. Fizemos matérias que mudaram a cidade, escrevendo de modo diferente e inovador. Mostrando humildade e determinação em cada edição. Não é fácil empreender. É preciso lutar todos os dias para alcançar a evolução.  Errar, tentar de novo, acreditar sempre, lições que fazem parte da escada da vida.  A união realmente faz a força, o jornal surgiu com a vontade de dois jornalistas que decidiram fazer acontecer, começando por Peruíbe.  Olhando, observando, fiscalizando, fotografando, dialogando, entrevistando, editando, publicando, imprimindo, distribuindo, enfim, levando a nossa mensagem, que aos poucos se tornou a mensagem de nossos leitores que ligam, enviam e-mails, criticam e sugerem pautas. Além disso, fazemos o que amamos e a cada lugar ou pessoa nova que conhecemos, sentimos imenso prazer em continuar nosso trabalho e deixarmos o nosso legado registrado na história. Somos o exemplo de que jovens no Brasil querem sim levar a sério!  Algumas matérias mostram isso

A dama da praia central

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(CRÔNICAS DE PERUÍBE) Eu tinha uns 12 anos naquela época e a “dama da praia central” aparentava ter uns 17 anos. Linda! Ela saía da escola e caminhava sozinha em direção à praia. Passava pela pracinha do coreto, descia a feirinha e ficava sentada nos banquinhos que havia onde hoje é a ciclovia. A menina era danada, ficava mexendo com os homens que passavam em frente ao prédio redondo dirigindo aqueles carrões. De vez em quando entrava em um deles. E eu de longe, com a minha bicicleta que insistia em cair a corrente, só observava. Ela era índia e tinha a pele “negra-mulata”. Os cabelos pretos eram bem lisos, escorriam pelo seu corpo e serviam de cortina para tampar os fartos “seios de bico-de-agulha”. As coxas dela eram bem grossas e desprovidas de estrias ou celulites. As suas nádegas avantajadas sustentavam confortavelmente todo o seu corpo quando ela sentava. Ah...e como era sexy esta menina. Sim, caro leitor, confesso que observei bem os detalhes, apesar disso, eu a