Com recorde de estabelecimentos participantes, total de 44, e pratos exclusivos, evento convida moradores e turistas a viverem uma experiência que une gastronomia, cultura, turismo e identidade caiçara Dos tradicionais sabores do litoral às receitas inspiradas na culinária internacional, Peruíbe volta a ser o destino de quem acredita que uma boa viagem também passa pelo paladar. Entre os dias 3 de julho e 2 de agosto, a cidade realiza a 19ª edição do Festival Gastronômico de Peruíbe, reunindo 44 restaurantes, bares, cafeterias, pizzarias, hamburguerias e confeitarias, que prepararam pratos exclusivos especialmente para o evento. PRATO: A PONTE RESTAURANTE Com opções para todos os gostos e diferentes faixas de preço, o Festival Gastronômico reforça que a boa comida é também uma forma de conhecer a história, a cultura e a hospitalidade de Peruíbe. Mais do que um festival gastronômico, a iniciativa celebra a diversidade cultural da cidade e fortalece um dos principais setores...
A ARTE RUPESTRE
Em uma certa expedição, realizada no ano de 1947, um grupo de cinco integrantes resolveu andar na crista da Serra dos Itatins.
O local era ainda mais preservado do que é hoje. Lá em cima, a visão geral era indescritível, pois a imensidão verde fazia com que os olhos sorrissem, com os diversos tons de cores variadas. O azul do céu era tão límpido quanto uma gota de orvalho secando ao sol nascente em uma mata distante. O ar puro enchia os pulmões e revigorava a alma daqueles que estivessem ali, naquela data, pois aquele dia era especial. E muito!
A riqueza mineral e a farta biodiversidade criaram o ambiente propício para que diversos microrganismos se desenvolvessem somente naquele lugar. Alguns deles tiveram êxito e são associados à pequenos vegetais endêmicos ou encrustados em rochas, embebidos por pequenos filetes de água e luz.
Foi então que um dos integrantes resolveu procurar água para beber. Ao entrar em uma gruta, escondido em um dos flancos das serras, ficou impressionado com certos desenhos pintados na rocha. Atraído pela arte rupestre daquele mágico local, este homem resolveu explorar um pouco mais, chamando os outros quatro companheiros para acompanhá-lo.
Havia ali desenhos estranhos que contavam a história de mulheres sacrificadas sob o olhar da Lua cheia.
Certos frutos, nunca vistos, e uma água com um gosto especial foram consumidos pelos cinco expedicionários...
Continua....
Em uma certa expedição, realizada no ano de 1947, um grupo de cinco integrantes resolveu andar na crista da Serra dos Itatins.
A riqueza mineral e a farta biodiversidade criaram o ambiente propício para que diversos microrganismos se desenvolvessem somente naquele lugar. Alguns deles tiveram êxito e são associados à pequenos vegetais endêmicos ou encrustados em rochas, embebidos por pequenos filetes de água e luz.
Foi então que um dos integrantes resolveu procurar água para beber. Ao entrar em uma gruta, escondido em um dos flancos das serras, ficou impressionado com certos desenhos pintados na rocha. Atraído pela arte rupestre daquele mágico local, este homem resolveu explorar um pouco mais, chamando os outros quatro companheiros para acompanhá-lo.
Havia ali desenhos estranhos que contavam a história de mulheres sacrificadas sob o olhar da Lua cheia.
Certos frutos, nunca vistos, e uma água com um gosto especial foram consumidos pelos cinco expedicionários...
Continua....
Texto e Foto: Márcio Ribeiro
Nota: Esse artigo chegou na sua terceira parte. Sugestões podem ser enviada para jornalbemtevi@hotmail.com
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