A cidade de Peruíbe recebe, no sábado de feriado, dia 06 de junho de 2026, a 21ª edição da tradicional Festa Reggae de Peruíbe, evento consolidado como um dos mais importantes movimentos culturais independentes do litoral sul paulista. Com entrada gratuita, a programação acontece no Parque Turístico de Peruíbe. Pelo segundo ano consecutivo, o evento será realizado no formato “Festival Reggae & Arte – Economia em Movimento”, sendo, neste ano, uma iniciativa do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, em parceria com a Prefeitura Municipal de Peruíbe, o Instituto Ambiecco e a Roots Rockers Musical Social Ambiental. A proposta amplia a dimensão cultural do festival ao integrar música, arte, empreendedorismo criativo, sustentabilidade e experiências formativas em uma programação voltada à valorização da cultura independente e da economia criativa regional. O festival reúne grandes nomes do reggae nacional, como Solano Jacob, Junior Dread, Roya...
Com 55% de seus empreendedores atuando em ambientes virtuais - como WhatsApp e Mídias Sociais -, o setor de vendas diretas teve crescimento no número de representantes chegando a cerca 4 milhões de trabalhadores em 2019. O aumento do volume de vendas resultou em rendimento de mais de R$ 45 bilhões no ano passado para o setor, que se destaca por ser uma alternativa de baixo investimento inicial e maior autonomia e flexibilidade de horários para quem tem que lidar, ao mesmo tempo, com trabalho e família.
O setor se estabelece como boa opção quando são analisados os números divulgados pela World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) - Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas, que posicionam o Brasil como líder latino-americano do setor. O País também consolidou sua posição como sexto maior mercado do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (20%), China (13%), Coreia do Sul (10%), Alemanha (10%) e Japão (9%).
"Os números mostram que o setor continua forte e ressaltam que as vendas diretas são uma alternativa importante na crise causada pela pandemia, uma excelente opção para quem quer mudar e empreender em um novo negócio, com baixo custo inicial e muita representatividade no mercado", explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.
Além de baixo investimento, a Venda Direta não exige formação específica ou experiência com vendas para os empreendedores independentes. Os ganhos são proporcionais à energia e ao tempo que dedicados à atividade. Como o setor abrange diversos segmentos do varejo, é perfeitamente viável diversificar as frentes de atuação, com a comercialização de itens variados como cosméticos e cuidados pessoais, roupas e acessórios, alimentos e bebidas, entre outros.
A pandemia causada pelo coronavírus também destacou a relevância da atividade para os consumidores, já que apresenta muitas comodidades. Ao construir uma relação de confiança com o revendedor, os clientes podem contar com indicações personalizadas de produtos, que serão mais adequados para os seus interesses - e sem a necessidade de se deslocar até um comércio tradicional para fazer suas compras.
A ABEVD
A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada, em 1980, para promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais.
Assessoria de Comunicação da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD)
Texto: Alexandre Lacerda, Dieneffer Santos e Rosangela Oliveira

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