A cidade de Peruíbe recebe, no sábado de feriado, dia 06 de junho de 2026, a 21ª edição da tradicional Festa Reggae de Peruíbe, evento consolidado como um dos mais importantes movimentos culturais independentes do litoral sul paulista. Com entrada gratuita, a programação acontece no Parque Turístico de Peruíbe. Pelo segundo ano consecutivo, o evento será realizado no formato “Festival Reggae & Arte – Economia em Movimento”, sendo, neste ano, uma iniciativa do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, em parceria com a Prefeitura Municipal de Peruíbe, o Instituto Ambiecco e a Roots Rockers Musical Social Ambiental. A proposta amplia a dimensão cultural do festival ao integrar música, arte, empreendedorismo criativo, sustentabilidade e experiências formativas em uma programação voltada à valorização da cultura independente e da economia criativa regional. O festival reúne grandes nomes do reggae nacional, como Solano Jacob, Junior Dread, Roya...
Entre dezenas de animais que são levados toda semana ao Centro de Controle de Zoonoses de Peruíbe (CCZ) para serem atendidos, uma gata atraiu a atenção e cuidados redobrados da equipe. Há três meses a gatinha “Jojô”, de aproximadamente um ano e meio foi trazida com as duas patas traseiras gravemente fraturadas.
Segundo o veterinário responsável pelo CCZ, Raphael Barreiros Lapa, a patas estavam com fraturas expostas, provavelmente causadas por um atropelamento, além de um grau avançado de infecção. Em casos como este, a saída é sacrificar o animal, mas para o veterinário vale a pena tentar salvar uma vida antes de tomar esta decisão radical.
“Tem situações que você sabe que o animal está debilitado e possivelmente não irá sobreviver, mas eu nunca sacrifico antes de tentar”, destaca Lapa.
Mesmo com todos os esforços da equipe, as patas fraturadas tiveram que ser amputadas. Porém, isso não parece ter sido um ‘problema’ para Jojô que, mesmo após passar por três cirurgias está alegre e completamente recuperada. Apenas 20 dias depois da última intervenção, a gata já demonstra que está saudável e anda curiosamente sobre as duas patas pela sala do Centro de Zoonoses apoiada apenas em suas duas patas da frente. Lá, ela convive normalmente com os outros bichinhos.
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“A nossa intenção agora é conseguir uma cadeira de rodas pra ela, para que com o tempo ela não tenha problemas nas outras patas por conta da sobrecarga”, explica o veterinário.
A recuperação de Jojô mobilizou todos os funcionários do CCZ. O animal se tornou uma espécie de mascote e inspiração diária para a equipe, pela sua força de vontade e superação.
“A gente cria um apego, não só eu, mas todo mundo que trabalha aqui. Se a gente não tomar cuidado fica com vontade de levar todos os bichinhos pra casa”, brinca Lapa.
Esperança
Desde janeiro de 2013, apenas três animais foram sacrificados pela equipe do CCZ, já que realmente não seria mais possível salvá-los. O veterinário acredita que essas histórias servem de lição para o dia a dia. “Muitos animais chegam aqui e ninguém acredita que tem chance e acham que a única saída é sacrificar, mas se curam completamente e são adotados depois, ganhando carinho e um novo lar”, diz.
Segundo o veterinário responsável pelo CCZ, Raphael Barreiros Lapa, a patas estavam com fraturas expostas, provavelmente causadas por um atropelamento, além de um grau avançado de infecção. Em casos como este, a saída é sacrificar o animal, mas para o veterinário vale a pena tentar salvar uma vida antes de tomar esta decisão radical.
“Tem situações que você sabe que o animal está debilitado e possivelmente não irá sobreviver, mas eu nunca sacrifico antes de tentar”, destaca Lapa.
Mesmo com todos os esforços da equipe, as patas fraturadas tiveram que ser amputadas. Porém, isso não parece ter sido um ‘problema’ para Jojô que, mesmo após passar por três cirurgias está alegre e completamente recuperada. Apenas 20 dias depois da última intervenção, a gata já demonstra que está saudável e anda curiosamente sobre as duas patas pela sala do Centro de Zoonoses apoiada apenas em suas duas patas da frente. Lá, ela convive normalmente com os outros bichinhos.
“A nossa intenção agora é conseguir uma cadeira de rodas pra ela, para que com o tempo ela não tenha problemas nas outras patas por conta da sobrecarga”, explica o veterinário.
A recuperação de Jojô mobilizou todos os funcionários do CCZ. O animal se tornou uma espécie de mascote e inspiração diária para a equipe, pela sua força de vontade e superação.
“A gente cria um apego, não só eu, mas todo mundo que trabalha aqui. Se a gente não tomar cuidado fica com vontade de levar todos os bichinhos pra casa”, brinca Lapa.
Esperança
Desde janeiro de 2013, apenas três animais foram sacrificados pela equipe do CCZ, já que realmente não seria mais possível salvá-los. O veterinário acredita que essas histórias servem de lição para o dia a dia. “Muitos animais chegam aqui e ninguém acredita que tem chance e acham que a única saída é sacrificar, mas se curam completamente e são adotados depois, ganhando carinho e um novo lar”, diz.
Fotos: Marcos Costa
Texto: Comunicação - Prefeitura de Peruíbe
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