A cidade de Peruíbe recebe, no sábado de feriado, dia 06 de junho de 2026, a 21ª edição da tradicional Festa Reggae de Peruíbe, evento consolidado como um dos mais importantes movimentos culturais independentes do litoral sul paulista. Com entrada gratuita, a programação acontece no Parque Turístico de Peruíbe. Pelo segundo ano consecutivo, o evento será realizado no formato “Festival Reggae & Arte – Economia em Movimento”, sendo, neste ano, uma iniciativa do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, em parceria com a Prefeitura Municipal de Peruíbe, o Instituto Ambiecco e a Roots Rockers Musical Social Ambiental. A proposta amplia a dimensão cultural do festival ao integrar música, arte, empreendedorismo criativo, sustentabilidade e experiências formativas em uma programação voltada à valorização da cultura independente e da economia criativa regional. O festival reúne grandes nomes do reggae nacional, como Solano Jacob, Junior Dread, Roya...
Os professores da rede estadual de ensino, que continuam em greve, fizeram uma carreata em frente às escolas do Litoral Sul de São Paulo.
Teve buzinaço e também um carro de som que tocava músicas e servia para dar recados a quem ouvia curioso e aos endereçados.
"Ei professor! Nós somos farinhas do mesmo saco. Saia da sala e venha lutar com a gente", falava um professor quando estava em frente à E.E. DR. Francisco Pereira da Rocha, em Peruíbe/SP.
Segundo o apurado pela reportagem, a ideia da carreata é dizer que há greve sim, e contradizer o que diz Geraldo Alckimin, que fala que as aulas nas escolas paulistas estão normais, como se fosse possível aprender em um ambiente precário, super-lotado, onde falta quase tudo.
O professor de Sociologia, Diego de Esteban, que dá aula no Padre Vitalino e também no José Batista Campos, ambos em Peruíbe, disse que os problemas da educação devem extrapolar os muros da escola e chegar ao conhecimento de toda a população. "Mesmo com nossos salários cortados, ser educador e cidadão é muito mais que cumprir horários e preencher diários. É participar e se envolver nos problemas centrais de nossa comunidade. Queremos deixar claro que a greve não é somente por salário, é pela qualidade da educação que está muito aquém do que deve ser". falou.
Vale ressaltar que o governo de SP fechou mais de três mil salas de aula durante este ano, além de ter cortado verbas pontuais.
Somente em Peruíbe, foi cortado todo o período noturno da escola Carmen Miranda e também do Luiz Abel, fazendo com que centenas de alunos tenham que estudar longe de suas casas superlotando as outras escolas.
Praticamente ignorados pelo estado, que insiste em não enxergar a greve, as reivindicações dos professores continuam as mesmas: Aumento salarial de 75,33%, redução da jornada dentro da sala de aula e diminuição do número de estudantes por turma.
Ainda de acordo com o apurado, além da truculência do governo estadual, os professores grevistas ainda têm que enfrentar diretores, vice-diretores e coordenadores de algumas escolas, que tentam descaracterizar a greve, esquecendo-se que, antes de tudo, também são professores.
Ainda de acordo com o apurado, além da truculência do governo estadual, os professores grevistas ainda têm que enfrentar diretores, vice-diretores e coordenadores de algumas escolas, que tentam descaracterizar a greve, esquecendo-se que, antes de tudo, também são professores.
Texto: Márcio Ribeiro
Fotos: Luciana Arruda
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maio de 2015

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