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São Paulo ocupa a vice-liderança no ranking ambiental com mais de 26 mil denúncias entre 2023 e 2026

  Levantamento divulgado pelo Escavador aponta mais de 21 mil denúncias ambientais até o segundo trimestre de 2026 e indica desaceleração no início do ano. Com a chegada do ‘Junho Verde’ e a proximidade do Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06), autoridades acenderam o alerta sobre o avanço das infrações ambientais no Brasil . O balanço final de 2025 fechou com um crescimento recorde de 868% no volume de denúncias ambientais registradas , segundo apuração do Escavador.  Os dados foram divulgados pela plataforma na tarde desta quarta-feira, 13 de maio, após o país registrar 367 mil denúncias ambientais somente no ano passado. Um comparativo entre o mesmo período, no ano de 2024, indica uma escalada de 10x mais crimes contra o meio ambiente, período em que foram notificados cerca de 37 mil processos. Em meio à vasta extensão territorial brasileira, que soma cerca de 851 milhões de hectares, segundo o IBGE, a destruição dos biomas brasileiros como a Caatinga, Cerrado, Mata Atl...

Professores grevistas fazem buzinaço em frente às escolas do Litoral Sul de SP




Os professores da rede estadual de ensino, que continuam em greve, fizeram uma carreata em frente às escolas do Litoral Sul de São Paulo.

Teve buzinaço e também um carro de som que tocava músicas e servia para dar recados a quem ouvia curioso e aos endereçados.

"Ei professor! Nós somos farinhas do mesmo saco. Saia da sala e venha lutar com a gente", falava um professor quando estava em frente à E.E. DR. Francisco Pereira da Rocha, em Peruíbe/SP.

Segundo o apurado pela reportagem, a ideia da carreata é dizer que há greve sim, e contradizer o que diz Geraldo Alckimin, que fala  que as aulas nas escolas paulistas estão normais, como se fosse possível aprender em um ambiente precário, super-lotado, onde falta quase tudo.

O professor de Sociologia, Diego de Esteban, que dá aula no Padre Vitalino e também no José Batista Campos, ambos em Peruíbe, disse que os problemas da educação devem extrapolar os muros da escola e chegar ao conhecimento de toda a população.  "Mesmo com nossos salários cortados,  ser educador e cidadão é muito mais que cumprir horários e preencher diários. É participar e se envolver nos problemas centrais de nossa comunidade. Queremos  deixar claro que a greve não é somente por salário, é pela qualidade da educação que está muito aquém do que deve ser". falou.

Vale ressaltar que o governo de SP fechou mais de três mil salas de aula durante este ano, além de ter cortado verbas pontuais.

Somente em Peruíbe, foi cortado todo o período noturno da escola Carmen Miranda e também do Luiz Abel, fazendo com que centenas de alunos tenham que estudar longe de suas casas superlotando as outras escolas.

Praticamente ignorados pelo estado, que insiste em não enxergar a greve, as reivindicações  dos  professores continuam as mesmas: Aumento salarial de 75,33%, redução da jornada dentro da sala de aula e diminuição do número de estudantes por turma.

Ainda de acordo com o apurado, além da truculência do governo estadual, os professores grevistas ainda têm que enfrentar diretores, vice-diretores e coordenadores de algumas escolas, que tentam descaracterizar a greve, esquecendo-se que, antes de tudo, também são professores.

Texto: Márcio Ribeiro Fotos: Luciana Arruda
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maio de 2015

Comentários

Anônimo disse…
Essa greve caminha para o fim. Ela só serve para tentar desviar a atenção da população do fracasso que é o governo Dilma.