A cidade de Peruíbe recebe, no sábado de feriado, dia 06 de junho de 2026, a 21ª edição da tradicional Festa Reggae de Peruíbe, evento consolidado como um dos mais importantes movimentos culturais independentes do litoral sul paulista. Com entrada gratuita, a programação acontece no Parque Turístico de Peruíbe. Pelo segundo ano consecutivo, o evento será realizado no formato “Festival Reggae & Arte – Economia em Movimento”, sendo, neste ano, uma iniciativa do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, em parceria com a Prefeitura Municipal de Peruíbe, o Instituto Ambiecco e a Roots Rockers Musical Social Ambiental. A proposta amplia a dimensão cultural do festival ao integrar música, arte, empreendedorismo criativo, sustentabilidade e experiências formativas em uma programação voltada à valorização da cultura independente e da economia criativa regional. O festival reúne grandes nomes do reggae nacional, como Solano Jacob, Junior Dread, Roya...
Fábio de Salles Meirelles, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), alerta que o pacote fiscal do governado estadual para equilibrar o orçamento paulista em 2021 - Projeto de Lei 529/2020, encaminhado à Assembleia Legislativa em agosto - será muito oneroso para a agropecuária. "A proposta aumenta genericamente para 18% a alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), agravando a taxação dos vários segmentos rurais que hoje recolhem abaixo disso", explica. Haverá, ainda, impacto relativo aos preços de insumos e implementos.
Considerando a significativa participação de São Paulo na produção agropecuária nacional, a soma do pacote paulista com a reforma tributária federal poderá ter resultados graves para o setor. Dentre os projetos que tramitam em Brasília, o que mais preocupa Meirelles é a PEC 45, da Câmara dos Deputados, que taxa todos os produtos em 25%. Ele cita as outras duas propostas, a PEC 110/2019, do Senado, e o PL 3.887/2020, do Executivo, menos nocivas, mas também imperfeitas."É preciso bom senso e se encontrar um denominador comum, pois o agronegócio, cuja importância é crescente para a economia, a geração de empregos e a balança comercial de nosso país, não pode ser atingido por aumento de impostos", afirma o presidente da Faesp. "Defendemos que as reformas agilizem e simplifiquem, mas de forma que não onere o produtor. Isso afetaria de modo contundente sua competitividade", conclui.

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